1 de outubro de 2020

Drones podem ajudar a combater o coronavírus com suprimentos médicos que deixam cair o ar

Estes são tempos perigosos para pessoas com problemas de saúde crônicos. Eles geralmente precisam visitar hospitais para tratamento ou para coletar medicamentos, mas durante a pandemia, isso significa aumento do risco de exposição ao coronavírus.

Na África, uma startup norte-americana diz que está reduzindo esse risco usando drones para fornecer suprimentos médicos para clínicas locais e liberando leitos hospitalares no processo.

A Zipline, com sede em São Francisco, usa drones para entregar sangue e produtos médicos a hospitais e centros de saúde em Ruanda desde 2016. No ano passado, expandiu-se para o Gana e agora quer acelerar os planos para iniciar as entregas nos Estados Unidos.

Gota de ar

A Zipline possui dois centros de distribuição em Ruanda e quatro em Gana, construídos para acelerar o transporte de suprimentos médicos em áreas com estradas precárias e falta de veículos refrigerados.

Os médicos encomendam produtos a partir de seus telefones e drones. As entregas são feitas dentro de um raio de 80 quilômetros, em uma média de 30 minutos, de acordo com a Zipline. 

Os drones podem transportar pacotes pesando quase 4 libras (1,8 quilos) e soltá-los em uma área designada no chão usando um pára-quedas de papel simples.A Zipline diz que já entregou mais de 60.000 unidades de sangue, medicamentos críticos e vacinas para sarampo, poliomielite e outras doenças. 

Agora a empresa está trabalhando com os governos de Ruanda e Gana para apoiar seus esforços de resposta ao coronavírus, explica o co-fundador e CEO da Zipline, Keller Rinaudo.

No Gana, os centros de distribuição da Zipline mantêm estoques de equipamentos de proteção individual de emergência (EPI), permitindo que as autoridades de saúde direcionem sua distribuição. Também começou a fornecer amostras de teste Covid-19 de hospitais na zona rural de Gana para laboratórios nas cidades de Accra e Kumasi.

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